Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

ESPÉCIE HUMANA: A PROLIFERAÇÃO DO MAL.

Desde os primórdios o homem busca maneiras de se sobresair em detrimento dos obstáculos que a natureza lhe arremessava. Naturalmente, ele se adaptou as mais variadas formas de vida,clima, costumes e situações conflituosas. Foi assim com o gelo(era glacial), com o fogo(descoberto no paleolitico), com a roda, enfim, quando a "civilização" resolveu gradualmente lhes tirar de vez da barbárie e da selvageria o homem se tornou convencionalmente um ser "superior" e racional. Lutou pela propriedade privada, matou e morreu pelos seus deuses, rompeu com o poderio da igreja e dos reis; revoluconou estruturas e resignificou maneiras de pensar e de agir. Lutou pela liberdade religiosa e mais tarde pela liberdade política e sexual.Deflagrou a Primeira e Segunda Guerra Mundial, nesta última deixou um défciti lastimável de vidas humanas. Encabeçou a revolução técnico-ciêntífico e se tornou Deus de sí mesmo. Enfim, o homem ao longo de sua finita existência cria, recria, constrói e destrói ideais, convenções, tendências e prudências a seu bel prazer, numa dinâmica evolutiva e destrutiva simultâneamente.O homem, na sua tosca concepção de vida, acredita que a sua(vida) tenha mais substancial importância que a dos outros seres. Esquercem os tolos humanos que nós, somos apenas uma dentre milões de espécies de vida existentes nessa esfera chamada terra e que, assim como outras espécies, conceberam-se, evoluíram e extnguiram-se ao longo dos milênios. Somos bípedes e possuímos uma massa cefálica que deveria ser utilizada para o bem da espécie. No entanto, nosso comportamento é sulbaterno e dantesco. Não somos a geração evoluída, não somos superiores em nenhum momento aos "bárbaros" da Idade Média ou aos "selvagens" da Pré-História. Matamos em escala gigantesca e de maneira mais rápida e cruel. Fomos protagonistas da mais pervessa matana de todos os tempos, da maior e pior carnificina humana protagonizada por homens que se julgavam os mais intelectuais e os mais práticos do mundo inteiro(alemães - holocausto).A antropofagia humana do século XXI é muito mais terrível do que a prática comum das culturas indígenas.Ela não apenas devora como também providencia a extinção da espécie humana e das outras espécies do planeta azul-cinza.

Sábado, 6 de Setembro de 2008

É caros luzilandenses.

Impressionante mesmo é a simpatia esbanjada "gratuitamente" por alguns candidatos à prefeitura de luzilândia. Estava eu, hoje, fazendo cotidianamente minha bucólica feira da sexta quando me deparo com calorosos apertos de mãos, tapinhas nas costas, sorrisos largos de um candidato à prefeitura de luzilândia e seus coadjuvantes partidários. Aquilo me chamou atenção não pelo fato de eu não ter conhecimento dessas práticas inescrupulosas de alguns políticos da região, mas pela forma dissimulada que essas criaturas se aglomeram em volta da massa(povo), sua presa principal. São amigos, solidários, companheiros, sorridentes...amigos para todas sa horas!que sufoco!o deles, devem reamente não dormir tranquilamente o sono dos justos. justos? essa reamente é uma qualidade que pocos detém. Longe estão da política justa; aquela que representa seu maior expoente, aquela democraticamente se constitui em liberdade, igualdade e fraternidade.

Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

O voto direto no Brasil é um epsódio recente na história política do país.

Durante muito tempo os representantes do povo eram escolhidos nos gabinetes à portas fechadas regados a vinhos e licores. Infelismente vivemos ainda resquícios de uma política coronelista, arcaica e medíocre, onde o paternalismo e o clientelismo ainda é uma realidade retrógada. É dantesco imaginar que em pleno século XXI ainda persistem práticas dominadoras é como se estivéssemos na idade média, onde os laços de susserania e vassalagem imperavam a época.Enquanto não tomarmos consciência do nosso poder de transformação, enquanto não nos libertamos das correntes e dos açoitamentos ressignificados, continuaremos numa pobre visão de política. A democracia não foi um mero conceito instituído pelos gregos e romanos;ela é, na sua essência,o retrato da liberdade, do livre arbítrio, da opinião. É necessário dar vida aos conceitos estabelecidos pelas sociedades modernas, é preciso avivar o sentimento de justiça, coisa que as sociedades modernas parecem ter sucumbido de suas memórias.